Redes Sociais

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Mulheres brilhantes, a chance!



Universidade britânica oferece bolsas para “mulheres do futuro”
Por Nathalia Bustamante
09.05.2017






A Universidade de Essex, no Reino Unido, oferece a bolsa “Mulheres do Futuro” (“Women of the Future”), com o propósito de apoiar mulheres brilhantes do mundo todo a realizarem cursos de pós-graduação no Reino Unido. São oferecidas 30 bolsas de estudos para mestrados na instituição, com início em setembro de 2017. As inscrições vão até 31/05!

São elegíveis mulheres interessadas em programas de mestrado em tempo integral em qualquer área de estudos. Programas de certificados e doutorado não são elegíveis. Confira aqui a lista completa de cursos oferecidos.

Entre os pré-requisitos, estão ser aceita para o programa de estudos escolhidos, e não receber nenhum outro tipo de bolsa, integral ou parcial.

Sobre a Bolsa “Mulheres do Futuro”
O valor da bolsa é de 20 mil libras esterlinas, e pode ser usada para pagar a anuidade do programa (que varia entre 14 e 18 mil libras) e o restante para manutenção no país.
No total, são 30 bolsas para mulheres do mundo todo – sendo que seis delas, apoiadas pelo Santander Universidades, serão exclusivas para candidatos de alguns países, incluindo Brasil.

As candidaturas devem ser enviadas online até o dia 31 de maio. Os interessados também devem se candidatar ao curso escolhido através de um formulário online. Os resultados serão divulgados em meados de julho.

Confira aqui o edital completo e faça sua inscrição!

Sobre a Universidade de Essex
A Universidade de Essex foi fundada em 1964 e está localizada na cidade de Colchester, Inglaterra. Atualmente, mais de 13 mil estudantes estão matriculados na instituição, incluindo 3 mil pós-graduandos. A universidade está entre as 2% melhores do mundo, de acordo com o Ranking QS, e está entre as 150 melhores do mundo em artes, humanidades e ciências sociais.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Tamanho do mundo

Relato da experiência com este MBA diferente, que passa por três países, e revela suas impressões do primeiro destino: Porto.



Por Monyse C. Almeida, portal Estudarfora

Parece que toda noite mais de 200 milhões de pessoas sonham em português. Um português não igual. Com palavras, sotaques, cadências e em fusos diferentes. Essa nossa língua que namorou o chão. Namorou na poeira do Brasil, da Angola, de Moçambique, do Timor, de Macau.

Quer dizer, sujou-se no sentido que Manoel de Barros dá. Sujou-se no sentido que é capaz de se entranhar e casar com o chão. Com o nosso chão. Com dinâmicas, culturas e maneiras diferentes de ser e de se estar na vida. Na vida e num chão que transita 200 milhões de pessoas.

Há uma certa poesia nisso tudo. E verdade seja dita, quanto ao nosso português definitivamente nós não economizamos em poetas. Em grandes poetas (este tema vale uma próxima coluna).

E historicamente, nós não economizamos em desbravadores. Líderes e suas equipes em naus e caravelas que se lançaram em condições adversas “em mares nunca dantes navegados”. Há uma certa “gestão estratégica/cultura organizacional/orientação para os resultados ao seu modo-século XVI”, nisso tudo.

MBA Atlântico: Um Porto de Partida
Estou em Portugal, aquele que se agigantou no além-mar em uns pares de séculos atrás. Estou na cidade do Porto. Aqui inicio a minha primeira temporada, de janeiro a abril. De maio a julho sigo para Luanda, na Angola. E meus últimos meses de 2017 se encerram na cidade do Rio de Janeiro.

Justificativa para essas três temporadas e em três continentes distintos? Sim, tenho. E se chama MBA ATLÂNTICO, já na sua 7º edição que se consagra como uma rota da lusofonia dos negócios.

A missão do MBA ATLÂNTICO é formar gestores de quadros vocacionados para a internacionalização através do espaço da língua portuguesa. Este MBA liga três continentes (África, América Latina e Europa), em formato full time que passa um trimestre em cada geografia, no Porto, em Luanda e no Rio de Janeiro. 

Um MBA – além da proposta formativa e aquele script de disciplinas (finanças, estratégia empresarial, direito, contabilidade), um MBA – é um treinamento em liderança.

Este treinamento não acontece somente em uma sala de aula (com mesas em disposição semelhante à Assembleia Geral da ONU com o nome em uma plaquinha à frente) nem acontece em uma cadeira (como as disciplinas são chamadas aqui) chamada Liderança.

O programa nos prepara para sermos líderes de maneiras tangenciais, transversais e com os códigos, comandos de três continentes e com acesso a 200 milhões de lusofalantes

O programa nos prepara para sermos líderes de maneiras tangenciais, transversais e com os códigos, comandos de três continentes e com acesso a 200 milhões de lusofalantes – um treinamento paralelo, que acontece e se fortalece 24 horas por dia, do pequeno almoço (café da manhã) aos momentos de descontração regados a vinho do Porto.

Somos 25.  Somos brasileiros, angolanos, cabo verdeanos e portugueses. Estamos morando no mesmo lugar, em quartos vizinhos, dividimos a sala de aula, o ônibus e os dias. Temos idades, experiências e interesses tão distintos. No começo parece assustador, nem parece que estamos falando a mesma língua. É, no início estranha-se, mas depois entranha-se, já diria Fernando Pessoa.

As tão faladas soft skills, tão necessárias para o nosso tempo, são fortalecidas exponencialmente aqui. O Oceano Atlântico nunca se encurtou tanto. Que fluidez em transitar no além-mar e além fronteiras.

Para acompanhar um pouco da minha saga lusófona, publico diariamente registros no instagram: @fuso.luso. Pretendo aparecer aqui por essa coluna mais do que me programei (se a carga de leitura, os trabalhos interdisciplinares e os vinhos do Porto assim me permitirem) e me esforçarei para compartilhar o que tem de mais rico nessa oportunidade incrível que estou tendo a oportunidade de viver.

Ah, esqueci de dizer, sou bolsista integral e, feliz notícia, não sou a única. Grana? Aqui não é empecilho.
Hoje passados algum tempo que estou aqui no Porto, posso dizer que já sou mais angolana e portuguesa agora. E amo ainda mais a minha língua.

Sobre Monyse
 Permita-me apresentar com a (tentativa de) polidez com que os portugueses assim o fazem. Sou Monyse Almeida, advogada de formação, escritora de coração e empreendedora por uma não só razão. Bolsista do programa MBA ATLÂNTICO.  Para acompanhar um pouco da sua saga lusófona, confira registros diários no instagram: @fuso.luso.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Estudar ali na Austrália!



Bolsas Endeavour, da Austrália, abrem inscrições
Por Nathalia Bustamante
Home » Todos » Bolsas Endeavour, da Austrália, abrem inscrições











 Programa do governo australiano cobre mensalidades, passagens aéreas, seguro saúde e 3 mil dólares mensais para o estudante se manter no país. Inscrições até 30/6.



O governo australiano está com inscrições abertas até o dia 30 de junho para seu programa de bolsas de estudo integrais para especialização, mestrado, pesquisa e cursos técnicos. As bolsas Endeavour – ou, formalmente, Endeavour Scholarships & Fellowships – são integrais e oferecem a estudantes internacionais a oportunidade de estudar com todas as despesas pagas nas melhores instituições do país.

Todas as bolsas de estudo incluem, além de mensalidades do curso, custos de viagem de ida e volta, ajuda para alojamento e mais 3 mil dólares australianos. Há ainda seguro saúde, assistência pós-seleção e até um tutor em alguns casos. O valor total da bolsa é de US$ 140.000 para o mestrado e de US$ 272.500 para o doutorado

Como se candidatar à bolsa Endeavour
Podem se candidatar interessados de qualquer idade que tenham diploma de ensino superior. Há, no entanto, uma modalidade de bolsa Endeavour que é voltada para executivos e que não requer curso superior completo e, sim, experiência profissional relevante.

Todos os candidatos precisam apresentar certificado de proficiência em inglês – os certificados aceitos pelas universidades para comprovar o domínio de inglês são o TOEFL ou IELTS. Mas quem tiver estudado por ao menos um ano de graduação em país de língua inglesa, não será necessário prestar os exames, bastando documento que comprove a estada. Antes de mais nada, porém, os candidatos devem ser aceitos por uma universidade australiana em alguma das modalidades do programa para que são concedidas as bolsas. São elas:

#1 Postgraduate Scholarship: as bolsas são para estudos completos de especialização (Master by Coursework) ou mestrado de até dois anos (Master by Research), ou de doutorado de até quatro anos.

#2 Research Fellowship: bolsas para pesquisa de curto prazo (quatro a seis meses) de pós-doc ou dentro de um programa de mestrado ou doutorado iniciado no país de origem.

#3 Vocational Education and Training (VET) Scholarship: as bolsas oferecidas são para desenvolvimento de habilidades ocupacionais ou relacionadas ao trabalho em cursos técnicos de até dois anos e meio.

#4 Executive Fellowship: oferece bolsas para profissionais em níveis avançados de suas carreiras que queiram uma oportunidade para desenvolvimento profissional, estágio executivo ou visita técnica de até quatro meses na Austrália. Esta é a única modalidade de estudo que não requer curso de graduação completo; ao invés disso o candidato precisa comprovar relevância profissional.

As inscrições vão até o dia 30 de junho e as universidades participantes podem ser consultadas no site Universities Australia. Sete universidades do país estão classificadas entre as 200 melhores do mundo, segundo publicações que ranqueiam universidades como a Times Higher Education e QS.


Os critérios de elegibilidade podem ser conferidos no site oficial do Programa, assim como o guia do candidato. Lá também é possível fazer a inscrição.